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Feche-se o STF, crie-se o TC

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Quem não dorme em serviço percebeu, lá em março de 2019, com o inquérito  4781, que o Supremo Tribunal Federal inaugurava uma juristocracia à  margem das leis e da Constituição. Uma ditadura, em português de  mercearia. Por conveniências de ocasião, distintas mas convergentes,  setores da vida política, do ministério público, da advocacia, da  academia e da imprensa deram passagem livre e até teceram loas ao avanço  do autoritarismo sem freios nem contrapesos, sob um pretexto  consequencialista. A democracia "precisava" ser colocada em coma induzido para receber alta, firme e forte, mais à frente. Tudo haveria de dar certo porque, vejam, o cirurgião, desta vez, não traria sob o jaleco uma farda, mas uma toga. E assim, sob os bisturis de uma junta médica formada por tipos como Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e o supremo caudilho do tribunal, Gilmar Mendes, a República foi operada. Sete anos e centenas de prisões depois, o inquérito inaugural permanece...

SBT diz que filha de Silvio Santos não ligou para Hilton

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O SBT revelou que a filha de Silvio Santos, Daniela Beyruti, presidente da emissora, não telefonou para a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). O canal se manifestou após a parlamentar ter indicado que recebeu uma ligação. O SBT disse ao portal Metrópoles não foi Daniela que ligou, mas Erika Hilton. Nas redes, a deputada explicou por fim que fez contato com a emissora. – Enviei uma carta e entrei em contato com a ‘Presidenta’ do SBT, Daniela Abravanel. Ela me atendeu prontamente, conversamos e ela reforçou que as declarações do apresentador Ratinho não representam a opinião do SBT – relatou a psolista. E acrescentou: – O SBT fez parte da história de minha família. Era o canal que minha avó assistia. Eu não perdia um episódio de A Usurpadora, gostava de Chaves e Chapolin. Sempre gostei da televisão. Por isso espero que avançemos e farei tudo que estiver ao meu alcance para termos ambientes seguros para todas as mulheres em quaisquer espaços que elas estejam. Pleno News

O jornalista, o pastor e o presidente

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  "Recebi a denúncia, apurei, confirmei a veracidade e publiquei", diz  Luís Pablo Conceição, o jornalista do Maranhão que teve a Polícia  Federal na sua casa, por ordem de nossa Suprema Corte, por uma matéria  sobre o uso de um carro oficial, por parte de um ministro. O carro é uma  Toyota SW4, e a história é conhecida. Havia imagens do ministro e  familiares na praia, usando o veículo, e o Luís Pablo foi lá investigar. Fosse o Brasil uma democracia fundada em direitos, do tipo que desenhamos na Constituição, quem sabe o caso rendesse uma nota explicativa, por parte do Supremo. E talvez mais rigor no uso de carros oficiais. E assunto encerrado. Mas não é o caso. Por estes dias, a Polícia Federal apareceu na casa do Pablo, às 6h da manhã, levou seu celular e seu computador. Seu sigilo de fonte virou poeira, se é que uma coisa dessas faça muito sentido no Brasil de hoje. Não importa muito se Luís Pablo é um bom ou mau jornalista, ou um mero "blogueiro", como...

*O Tirano que Sorri!*

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Por muito tempo, imaginamos que a tirania viria vestida de farda, montada num tanque, com botas sujas de sangue. E, de fato, ela veio assim: Hitler na Alemanha, Stalin na Rússia, Mao na China, Pol Pot no Camboja. Todos deixaram suas marcas com tinta vermelha — milhões de mortos, povos destruídos, economias arrasadas, civilizações traumatizadas. Foram monstros clássicos. Visíveis. Nomeáveis. Mas a história, como um organismo vivo, muda de forma. Hoje, a tirania veste terno, distribui sorrisos e se esconde atrás de urnas e de discursos democráticos: • Ela não fuzila, mas endivida. • Não censura com fogo, mas com algoritmos. • Não prende por opinião, mas por interpretação. No Brasil, essa nova face da tirania tem nome: **Luiz Inácio Lula da Silva**. Não é exagero, tampouco metáfora solta. É uma constatação estrutural: o país é hoje: *Governado por um homem condenado por corrupção em todas as instâncias do Judiciário, libertado não por inocência, mas por manobras jurídicas promovidas por j...

Ele surtou? Sério??

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  Mas não tem 70 anos, não corre risco de morte por ter uma saúde fragilizada, não é inocente, fez pior do que escrever com um batom na estátua, não estava com bíblia e canta do no dia 08 de janeiro, não está preso sem seus direitos representados. Nervoso porque??? O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, associado ao Banco Master, foi transferido dentro da Penitenciária Federal de Brasília nesta sexta-feira (13). A mudança ocorreu da cela de isolamento para a ala reservada ao atendimento de saúde da unidade. Mesmo após a transferência, Vorcaro permanece em regime de isolamento. O espaço conta com monitoramento permanente por câmeras de segurança, que acompanham a movimentação no interior da cela durante todo o tempo, com exceção da área do banheiro. ©️CTH  jovempannews https://t.me/VERITASOFICIAL

Assessor do governo de Cláudio Castro, Victor Travancas afirma que Palácio Guanabara é o ‘gabinete do crime organizado no Rio’ e diz: ‘ninguém me exonera’

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Victor Travancas foi novamente nomeado assessor na Secretaria estadual da Casa Civil em julho de 2025. Conhecido por fazer denúncias públicas contra as administrações das quais participa, o advogado Victor Rosa Travancas — novamente nomeado assessor na Secretaria estadual da Casa Civil em julho de 2025, após ter sido exonerado em janeiro do mesmo ano — voltou a gerar polêmica ao afirmar, durante sua participação no podcast ‘Pode Garotinho?’, do ex-governador Anthony Garotinho, que o “Palácio Guanabara é o gabinete do crime organizado no Rio de Janeiro”. O “corte” do vídeo, publicado no perfil de Garotinho no Instagram, foi tirado do ar na noite desta quinta-feira (12). A fala de Travancas — que ocupou cargos no segundo escalão, inclusive o de subsecretário no Gabinete do Governador — pegou até mesmo o apresentador de surpresa, visto que o advogado está, justamente, dentro do governo no qual atribui duras críticas. Victor Travancas participou do podcast ‘Pode Garotinho?’, do ex-governad...

Conheça o apelido de Paulo Gonet nos bastidores do Supremo

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O jurista André Marsiglia disse que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, teria um apelido nos bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, integrantes da Corte se refeririam ao chefe da Procuradoria-Geral da República pela sigla “PGR” com um significado irônico: “Paulo Gonet Resolve”. A declaração foi feita durante entrevista ao  Pleno Time  desta quinta-feira (12), na qual o jurista e professor criticou a atuação recente da Procuradoria-Geral da República. Em sua avaliação, o desempenho da instituição no que tange ao escândalo do Banco Master é “lastimável” e representaria uma “desonra” para o Ministério Público. De acordo com Marsiglia, o apelido atribuído a Gonet refletiria a percepção de que o procurador-geral atua de forma alinhada ao STF, enquanto o papel institucional da PGR deveria ser o de fiscalizar a atuação dos ministros da Corte. – Me parece que ele [Gonet] é tratado como uma espécie de parceiro do STF – disse. Marsiglia também mencionou rep...