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Tesouraço na campanha

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Exatamente quatro anos após a polêmica reunião que resultou na  inelegibilidade de Jair Bolsonaro, na qual falou para embaixadores de  vários países para atacar as urnas eletrônicas, um Bolsonaro agora se  reuniu com o grupo em cenário bastante distinto.  O pré-candidato Flávio  Bolsonaro (PL) palestrou ontem para mais de 50 diplomatas - entre eles  mais de 40 embaixadores - de 44 países. No encontro promovido pela  Novo Selo Comunicação & The Brazilian Report, no Hotel Brasília Palace,  Flávio lançou o mote "Tesouraço" que deve levar à campanha eleitoral  para tirar a pecha imposta pelos petistas de que ele tem a ver com o  "tarifaço" de Donald Trump a produtos brasileiros. "O Brasil é  tarifado por EUA, China, União Europeia por causa da incompetência do  atual Governo", acusou, ressaltando que, a seu ver, o País sofre  sanções por causa da ideologia de esquerda do presidente Lula da Silva  (PT), seu principal c...

Bola murcha

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Há no Congresso Nacional um movimento velado, de pequeno grupo de  deputados e senadores, que deseja entrar em campo para, de alguma forma,  cobrar a transparência na Confederação Brasileira de Futebol (CBF)  depois do maior fiasco da História do futebol brasileiro em Copas FIFA.  Em suma, querem ter acesso a contratos financeiros e também até cobrar  de jogadores patrocinados por.bet a publicidade de cláusulas que possam  afetar o futebol.  O porém é que a turma desse alambrado continua no...  alambrado.  Ninguém por ora quer briga com o poderoso lobby da CBF no  Congresso  e, principalmente, com um ministro do STF, que indicou cinco  vice-presidentes e teria apadrinhado o atual presidente da entidade,  Samir Xaud.  Um dos parlamentares ensaiou levar adiante uma CPI da CBF e  foi cerceado. Já houve tentativas sem sucesso em 2012 e 2025. De  qualquer forma, a CBF precisa se explicar. O que não tem hoje é fut...

A conta da arrogância chegou, será paga pelos brasileiros e nem isso faz a imprensa militante endireitar

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  O papel do jornalismo não é blindar governos nem servir como departamento de RP do poder.  O compromisso da imprensa é com os fatos, com o interesse público e com a verdade, independentemente de quem ocupe o Palácio do Planalto. As declarações do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, não podem ser tratadas como um ruído diplomático, uma provocação passageira ou mais um episódio da permanente guerra de versões que domina a política brasileira. Elas constituem uma acusação oficial, direta e devastadora contra a condução da política externa do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Uma tragédia anunciada e de desdobramentos imprevisíveis. Rubio afirmou que o governo brasileiro não negociou de boa-fé e responsabilizou o presidente da República pela imposição de tarifas de 25% sobre diversos produtos exportados pelo Brasil aos Estados Unidos. De acordo com o chefe da diplomacia norte-americana, Lula colocou o próprio ego acima dos interesses dos brasileiros. Você t...

Governo Trump avisa: EUA vão reagir se Lula acionar "Lei da Reciprocidade"

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A resposta de Washington à ameaça de retaliação do governo brasileiro foi imediata e sem rodeios. Após o Palácio do Planalto anunciar que pretende acionar a Lei da Reciprocidade em resposta ao novo tarifaço de 25%, altos funcionários da gestão de Donald Trump alertaram que os EUA vão reagir à altura caso o Brasil insista em uma guerra comercial. Para a Casa Branca, as novas taxas não são uma disputa política, mas sim uma punição técnica legítima contra as barreiras injustas criadas pelo próprio Brasil, como a perseguição judicial do STF  contra as big techs americanas. Ao prometer revide, as autoridades americanas deixam claro que a diplomacia de palanque e o "orgulho" do governo petista podem custar ainda mais caro.  Se Lula decidir dobrar a aposta e retaliar os produtos dos EUA, o Brasil enfrentará uma nova escalada de sanções de uma superpotência que já provou não estar disposta a recuar. Texto extraído da internet.  Lula só faz o teatro dele, joga pra sua "plateia...

URGENTE: Marco Rubio vem à público e cobra libertação imediata de presos políticos

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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, pediu a libertação imediata de mais de 700 presos políticos em Cuba. A manifestação ocorreu após a chegada do artista dissidente Luis Manuel Otero Alcántara a Miami, onde passou a residir depois de deixar a ilha ao cumprir cinco anos de prisão. Em comunicado oficial, Rubio afirmou que centenas de opositores continuam detidos por motivos políticos no país caribenho e defendeu a adoção de medidas para garantir a liberdade dessas pessoas. “Pedimos a libertação imediata dos mais de 700 presos políticos injustamente detidos pelo regime”, declarou o secretário de Estado. Rubio também fez um apelo para que outros países adotem uma postura mais firme diante da situação dos direitos humanos em Cuba. Segundo ele, a comunidade internacional deve ampliar a pressão sobre o governo cubano para que cessem as ações repressivas contra opositores. “A comunidade internacional deve deixar de fazer vista grossa às violações de direitos humanos do regi...

O Green Card foi para esposa e filhos também

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  O governo dos Estados Unidos concedeu green card não apenas ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), mas também à esposa dele, Heloísa Bolsonaro, e aos dois filhos do casal, Geórgia e Jair Henrique. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (20) pela coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles. Segundo a publicação, os documentos foram emitidos no início de julho de 2026. A concessão do benefício garante à família o direito de residir permanentemente nos Estados Unidos. Após cinco anos, eles poderão solicitar a cidadania americana, desde que cumpram os requisitos previstos na legislação do país. Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. Ele se mudou para o país com a esposa e os filhos após se tornar alvo de processos no Supremo Tribunal Federal (STF). A informação sobre a concessão do green card foi inicialmente revelada pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, e posteriormente confirmada pela coluna de Igor Gadelha.  BACCINOTICI...

Medo de Mendonça faz o governo Lula promover apagão inédito

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O Governo Federal simplesmente tirou do ar todos os registros que considera passíveis de serem interpretados como propaganda durante o período eleitoral. Um veradeiro ‘apagão’ realizado no dia 4 de julho. A medida inédita, instruída pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) e pela Advocacia-Geral da União (AGU), responde por um nome: André Mendonça. O ministro não determinou a exclusão dos conteúdos, entre eles cerca de 150 mil produções da Agência e da TV Brasil. Mas o chefe da Secom, Sidônio Palmeira, não quis dar sopa para o azar. Mendonça comanda as eleições deste ano ao lado de Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mendonça é vice-presidente do TSE e atuará na análise da propaganda eleitoral. A preocupação exagerada de Sidônio com possíveis decisões do TSE levou até órgãos da administração pública, como ministérios, a apagarem perfis de rede social, diante da impossibilidade de omitir os conteúdos durante o período de defes...