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Zema lança jingle de campanha com críticas a Lula e ministros do STF

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O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) divulgou neste sábado (22) um novo jingle de campanha com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. A música, uma paródia de “O Nome Dela é Jennifer”, de Gabriel Diniz, traz a expressão “acabar com o PT” e aborda temas como o preço dos alimentos, o escândalo envolvendo o INSS e as apostas online. O material foi produzido com recursos de inteligência artificial.  No vídeo, Lula e os dois ministros do STF aparecem representados com uniformes de presidiários e atrás das grades. A peça também faz referência ao chamado “jogo do tigrinho” e à influenciadora Virgínia Fonseca. A campanha de Zema retomou ainda o conceito dos “intocáveis”, expressão utilizada pelo candidato para criticar o que considera privilégios de integrantes da elite política e dos Poderes. A nova publicação ocorre um dia depois de Zema divulgar outro vídeo de campanha, desta vez...

Você sabia? William Bonner não tem diploma de jornalista

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Comunicador apresentou o Jornal Nacional por 29 anos. Um dos nomes mais conhecidos do jornalismo brasileiro, na realidade, não é jornalista de formação. William Bonemer Júnior, ou apenas William Bonner, formou-se no curso de Comunicação Social, mas habilitado em Publicidade e Propaganda pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP). O assunto voltou a ser debatido após uma denúncia do jornalista Luís Pablo Almeida, do Maranhão, contra o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2009, a Suprema Corte definiu que não havia a necessidade de formação superior específica em jornalismo para o exercício da profissão. Bonner iniciou a carreira como redator publicitário em agências de São Paulo em 1983; no ano seguinte, começou a conciliar com o trabalho de locutor na Rádio USP FM. Na emissora da faculdade, ele comandou um programa musical entre 1984 e 1986. O talento para a comunicação falada levou o publicitário recém-formado para a TV Bandeirantes e...

Caso Lulinha: os detalhes do inquérito sigiloso da PF que investiga tráfico de influência no governo.

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SUSPEITA - Lulinha, Roberta e Bittar: segundo investigação da PF, o trio está envolvido na defesa de negócios privados milionários junto ao governo federal em diversas áreas, incluindo o Ministério da...  Apuração da Polícia Federal a que VEJA teve acesso aponta filho do  presidente como parte da engrenagem de esquema no Ministério da Saúde. Em abril do ano passado, a Polícia Federal realizou a primeira fase da  Operação Sem Desconto, investigação que desmantelou uma quadrilha  formada por empresários, servidores públicos e lobistas que se juntaram  para aplicar um golpe contra a Previdência. O caso ganhou rapidamente o  selo de escândalo pela crueldade (idosos tiveram suas aposentadorias  roubadas), pela ousadia (o esquema operava movido por subornos pagos a  funcionários do governo) e pelos números superlativos (foram desviados 6  bilhões de reais de 4 milhões de aposentados). O cheiro de envolvimento  de políticos levou o Congresso a ...

Quando o voto não traz mudança.

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A gente vota em candidato de direita acreditando que as coisas vão mudar, principalmente na segurança pública e na valorização dos servidores. Mas precisamos parar e perguntar: o que realmente mudou? Um exemplo é o governo Cláudio Castro. A confiança de muitos servidores públicos foi abalada pela falta de resultados que esperávamos. Enquanto isso, a criminalidade continua avançando, o Comando Vermelho demonstra força em diversas regiões, policiais continuam perdendo suas vidas e muitos profissionais da segurança se sentem abandonados e sem a devida valorização. Também causa indignação ver denúncias e investigações envolvendo agentes públicos e políticos com possíveis relações com organizações criminosas. Quando isso acontece, a população perde ainda mais a confiança nas instituições e naqueles que deveriam combatê-las. Por isso, não podemos continuar votando simplesmente porque alguém se apresenta como sendo de direita. Temos que analisar o histórico, as atitudes e os resultados. O pol...

PMs cedidos a outros órgãos terão de voltar à corporação por decisão de Ricardo Couto.

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O governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, suspendeu até 31 de dezembro de 2026 novas cessões de policiais militares para outros órgãos públicos. A decisão, publicada no Diário Oficial nesta quinta-feira (20), tem como objetivo ampliar o número de agentes disponíveis para o policiamento ostensivo nas ruas nos últimos meses do ano. A medida também atinge policiais que atualmente prestam serviço fora da estrutura da Polícia Militar. Quando o prazo vigente de cessão terminar, a permanência do agente no órgão de destino não poderá ser renovada automaticamente. A determinação ocorre em um cenário de déficit no efetivo da corporação e de maior demanda operacional provocada pelo calendário eleitoral e pela realização de grandes eventos no estado. Prioridade será manter policiais na corporação. Na prática, a decisão busca conter a saída de militares para funções administrativas ou de assessoramento em outros órgãos e poderes. Com a restrição, o governo pretende concentrar o co...

Isso é exclusão!

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Uma sociedade que obriga uma pessoa de com mais idade "Idosos" a usar um smartphone para acessar seus próprios direitos, não é moderna, é uma sociedade que decidiu se livrar de seus idosos. Em 2026, tudo virou um aplicativo, um código, um portal, mas quem construiu este país com as próprias mãos hoje se encontra analfabeto dentro da própria casa!!! Para marcar uma consulta ou pagar uma conta, é preciso um filho ou um neto, quando existe um. 0 sistema falhou, isto não é inovação , é exclusão !!! A tecnologia deve ajudar, não selecionar quem tem direito à dignidade !!! Quando deixamos para trás aqueles que vieram antes de nós, não estamos evoluindo, estamos apenas nos tornando mais cômodos, mais egoístas e desrespeitosos" Texto extraído da internet. 

Aconteceu em Santa Rosa

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Saiba quem era o réu do 8 de Janeiro que morreu de infarto. "A morte de Ronaldo Richard dá rosto ao custo humano de processos que  parecem não terminar depois do 8 de janeiro".     "Sem pressa, foi cada um pro seu lado  pensando numa mulher, ou num time." Na terra em que nasceu e viveu, ninguém noticiou sua partida, na última  segunda-feira (10). Nem a longa melancolia que foi devorando, aos  poucos, a sua vontade de viver. E assim, sob um silêncio de amém, como  cantou João Bosco em De Frente pro Crime, seu Ronaldo Edison Richard  morreu do coração, como se costuma dizer na sua Santa Rosa. E de  desgosto, por certo, ante a indiferença dos circunstantes. Perseguido  por crimes que não cometeu, viu-se, aos 63 anos, indefeso diante da  brutalidade de um aparato judicial tirânico. Em janeiro de 2024, a Polícia Federal esteve na casa de seu Ronaldo, em  Santa Rosa. Recolheu e vasculhou seu telefone. Ele não tinha estado em  Br...