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Mourão rejeita Jorge Messias no STF e aponta militância petista

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"Voto contra ele", disse o senador. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) anunciou que votará contra a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-vice-presidente afirmou que o atual advogado-geral da União não reúne os requisitos necessários para assumir o posto deixado por Luís Roberto Barroso.Mourão recusou-se inclusive a receber o indicado em seu gabinete, conforme declarou em entrevista ao portal R7. – Considero que ele não tem condições para ser ministro da Suprema Corte. Ele pode ter muitas capacidades, mas para isso, não. E, por isso, voto contra ele – afirmou. O senador justificou o veto pela proximidade de Messias com o governo, ao passo que sua imparcialidade como magistrado poderia ser comprometida. – Não é uma questão da conduta ilibada, mas a gente poderia colocar que ele tem uma militância política em favor do Partido dos Trabalhadores, o que poderia resultar numa falta de imparcialidade para atuar como magistrado – declarou. Me...

Por que o STF segue blindado?

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Foto oficial dos ministros do STF, com a composição atual completa Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF Essa sensação de total impotência desanima a sociedade. Em um Estado democrático de Direito, é necessário punir ilegalidades. Há duas formas: o Estado ter boas leis e autoridades que cumpram seu dever com independência; e a imprensa ser livre e vigilante. As instituições e autoridades são o carro. A imprensa e a opinião pública, a gasolina. Sem gasolina, o carro não anda. Sem carro, a gasolina não serve para nada. No caso Master, que se tornou o epicentro de uma crise inédita — protagonizada pelo Supremo Tribunal Federal —, a gasolina existe, e em abundância. Não apenas a imprensa independente, mas também setores relevantes da grande imprensa passaram a atuar de forma crítica e investigativa. Há informação, há pressão, há exposição. Mas não há carro. O STF expandiu sua influência de tal forma nos últimos anos que acabou submetendo as presidências da Câmara, do Senado e a Procuradoria-Geral...

“O Agente Secreto” entra em lista de títulos enganosos do cinema

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Wagner Moura, no filme O Agente Secreto Foto: RS/Fotos Públicas O ranking reúne produções cujos nomes não refletem bem o conteúdo das histórias. Na última segunda-feira (6), revista britânica Far Out Magazine incluiu o filme brasileiro O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, em uma lista com os títulos mais enganadores da história do cinema. O ranking reúne produções cujos nomes, segundo a publicação, não refletem bem o conteúdo das histórias. O longa aparece na quinta posição da lista. A reportagem afirma que o título sugere um tipo de narrativa diferente da trama apresentada no filme. – Tem um título bastante direto, que leva a esperar algum tipo de aventura ao estilo James Bond, mas, em vez disso, entrega quase três horas torturantes, em que praticamente nada acontece – escreveu Tim Bradley, autor do texto. Também aparecem no ranking produções conhecidas do público, como Baby Driver (Em Ritmo de Fuga), dirigido por Edgar Wright, Trainspotting, Sem Limites, de Danny Boy...

Para quem conecta ideias, a ficha caiu

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Os mais jovens talvez não saibam que a expressão "cair a ficha" vem de  antigos telefones públicos, que, para completar uma ligação, requeriam  que uma ficha, introduzida numa fenda, caísse para um cofre no interior  do aparelho. "Cair a ficha" hoje, tem um sentido figurado e significa  ligar uma ideia a outra e tirar uma conclusão. Pois para muitos gaúchos  acaba de "cair uma ficha: é que a direção nacional do PT proibiu Edgar  Pretto de se candidatar a governador do Rio Grande do Sul, mandando que  ele seja mero vice na chapa encabeçada por Juliana Brizola (do PDT). Foi curioso ver as "raposas felpudas" (expressão que os próprios gostam)  atacando a (outra deles) "imperialidade" do comando nacional. Raul Pont  e Olívio Dutra, para êxtase raivoso da claque, protestaram. Tarso Genro  chegou a acusar "intervenção" da cúpula nacional. E daí? O estatuto do  PT prevê essa "verticalidade" (mais uma!), coisa que os raposões nun...

O caso Monark e a grande vergonha brasileira

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Monark estava apenas "expondo sua (equivocada) compreensão sobre o  alcance da liberdade de expressão", escreveu o Promotor Marcelo Ramos,  do Ministério Público, em sua decisão encerrando o bizarro caso de  censura contra o antigo apresentado do Flow, no Youtube. Muitas vezes, no Brasil dos últimos anos, foi necessário escrever a mais  perfeita obviedade. Só isso já seria um sintoma do mal-estar brasileiro.  Ou da simples "maluquice", como gosta de me resumir, meio sem  paciência, um bom colega. O promotor poderia ter evitado a observação "equivocada". Você e eu,  cidadãos comuns, podemos opinar sobre isso. Faz parte de nossa liberdade  "pública" de opinião. Quem representa o Estado, em uma decisão  oficial, não deveria se aventurar por estes juízos. Mas entendo o  Promotor. Fez um aceno aos recalcitrantes. Sua decisão é correta e nos  dá alguma esperança neste País. Não conheço Monark, nem escutava o seu programa (o que talvez me ...

Advogada Carolina Siebra sobre 8 de janeiro

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  Para a advogada Carolina Siebra, da Associação de Familiares e Vítimas do 8 de Janeiro (Asfav), os processos relacionados aos atos de 8 de janeiro deveriam ser anulados, e não objeto de anistia. ‘O ideal seria que eles fossem anulados, porque eles são nulos desde o seu nascedouro’, afirmou em entrevista ao Oeste com Elas desta terça-feira, 7. A advogada criticou o uso da anistia como alternativa jurídica. ‘Não deveríamos nem estar discutindo a anistia, que seria um instrumento de perdão judicial para pessoas que são de fato culpadas’, argumentou. ‘Essas pessoas são inocentes.’ Ela destacou a existência de ‘provas robustas de que não houve tentativa de golpe de Estado’ nas manifestações de 8 de janeiro de 2023. A tese contrária, utilizada para condenar pessoas supostamente ligadas ao ato, consiste em uma tentativa de ‘emburrecer a nossa população’, acrescentou Carolina. Reportagem de @jordao_isabela #RevistaOeste #8DeJaneiro #Asfav #DiretoAoPonto

Ligações Banco Master e PCC?

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 TAMOJUNTOS! BANCO MASTER : A comissária de bordo de 26 anos de idade, identificada como Karolina Santos Trainotti, era privilegiada com o status de "namorada" do traficante de drogas, Rowles Magalhães que possui ligações com o PCC.  A PF identificou que Rowles   negociava diretamente com a liderança logística da facção que fornecia cocaína de alta pureza e, em escala industrial para o esquema do banco Master de Daniel Vorcaro. Rowles era o responsável pela logística envolvida na exportação da droga para Europa, que era transportada em jatos executivos de Vorcaro. Karolina era a responsável em lavar o dinheiro do tráfico que era gasto com joias, viagens internacionais  e eventos frequentados por grandes autoridades , políticos e empresários, que eram conexões poderosas de Vorcaro. A quadrilha possuía um intercâmbio, para tráfico humano, principalmente, com o leste europeu, de onde traziam mulheres que participavam de grandes festas oferecidas por Vorcaro, qu...