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Segurança presente: de escala fantasma a fraudes no cumprimento de metas, os primeiros resultados das auditorias

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Segurança Presente: primeiras auditorias apontam uma série de irregularidades nos contratos, escalas fantasmas e fraudes. Os primeiros resultados das auditorias determinadas pelo governador em exercício, Ricardo Couto, revelam uma série de irregularidades no Segurança Presente e nos contratos assinados para o seu funcionamento. Com base nos apontamentos iniciais, o desembargador decidiu transferir o programa, que estava sob o guarda-chuva da Secretaria estadual de Governo, para a responsabilidade da Polícia Militar. Os dados revelam que, para cumprir as metas do número de veículos fiscalizados, alguns agentes copiavam placas de carros escolhidos aleatoriamente em estacionamento de shoppings e supermercados. Também foram identificadas fraudes no preenchimento dos dados de suspeitos abordados e revistados. Os mesmos CPFs, por exemplo, apareciam nos três turnos de trabalho. Houve o registro de uma única pessoa com o mesmo CPF consultado mais de 200 vezes — e ela não tinha qualquer anotaçã...

Zema cita El Salvador e defende maior rigor no combate ao crime

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"Prefiro bandido preso do que bandido na rua", disse o pré-candidato ao planalto. O pré-candidato ao planalto Romeu Zema (Novo) afirmou em entrevista que pretende adotar políticas mais rígidas de segurança pública caso seja eleito em 2026 e citou El Salvador como exemplo de modelo de combate à criminalidade. – Estive em El Salvador e eles são um dos casos mais bem-sucedidos do que podemos fazer. Temos que encarecer o custo do crime e eu vou acabar com ele, custe o que custar – afirmou em entrevista. El Salvador ganhou projeção internacional, em especial no debate sobre segurança pública, após o governo de Nayib Bukele implementar uma política de combate às gangues baseada em detenções em massa, endurecimento penal e expansão do sistema carcerário. A estratégia contribuiu para uma forte redução dos índices de homicídio no país, mas também gerou críticas de organizações internacionais de direitos humanos, que apontam denúncias de prisões arbitrárias, restrições a garantias lega...

O congresso do PT foi uma manifestação esquizofrênica estratégica.

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O 8º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores entrará para a  história pela dissonância cognitiva que expôs. Centenas de páginas de  resoluções - do Programa Partidário à Conjuntura e Tática Política e  Eleitoral - repetem o diagnóstico de sempre: "crise terminal do  neoliberalismo", "declínio da hegemonia norte-americana", necessidade de  derrotar o "bloco rentista-autoritário" e construir o "Bem Viver". Texto  perfeito para agradar a militância nostálgica dos anos 2000. O problema  é o abismo entre o PDF e a realidade brasileira de 2026. Os documentos dedicam seções inteiras à "financeirização da economia",  desindustrialização e ao "bloco rentista". O diagnóstico do problema é  até correto; o Brasil convive com spreads bancários entre os mais altos  do mundo, custo de capital proibitivo e baixa poupança interna. Porém, o  Congresso não apresentou uma única medida disruptiva contra isso.  Nenhuma proposta concreta de ...

A derrota de um sistema de poder

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"Foi a vitória da baixa política", leio em um artigo, sobre a  rejeição de Messias, para o STF. Achei curioso. Quem sabe a "alta  política" teria sido repetir a crônica de 130 anos de "carimbos",  por parte do Senado, às indicações para o Supremo, vindas do executivo.  Em outra notícia, leio que um grupo de "juristas" cogitava recorrer  ao Supremo por "desvio de finalidade". Achei graça, naquilo, mas me  pareceu plausível. Desvio de finalidade já justificou impedir Lula de assumir um  ministério, no governo Dilma. E um ex-presidente conceder um indulto  para um deputado condenado por "delito de opinião". Isso e um bocado  de esquisitices. Em um País que se especializou em relativizar direitos  e reescrever a lei, a partir do próprio judiciário, não me surpreenderia  com mais esta bizarrice.  A rejeição da indicação de Messias traz uma novidade em nossa história  republicana: o Legislativo pode decidir com autonomia, na con...

Lula falta a eventos do 1º de Maio pelo segundo ano seguido

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Ausência é vista como um meio de evitar desgastes. Nesta sexta-feira (1º), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não esteve nas Dia do Trabalhador. A ausência do petista foi computada pelo segundo ano consecutivo. Em 2025, Lula teria escolhido não participar de atos da data comemorativa a fim de evitar desgaste depois da revelação de fraudes no INSS. Já em 2026, o não comparecimento é encarado como uma segunda tentativa de evitar desgastes. Lula não esteve nas ruas, mas na quinta-feira (30) fez um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV. Ele foi representado por Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva nos atos do 1º de maio em São Paulo. Os ex-ministros minimizaram as derrotas da semana no Congresso, classificadas por Haddad como “uma derrota no combate à corrupção”. As informações são do Poder360 e da rádio CBN. Pleno News

Edson Gomes agora muito mais conhecido!

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Edson Gomes, ícone do reggae brasileiro, tem gerado debates por declarações recentes que críticos e apoiadores interpretam como alinhadas à direita, incluindo críticas a sindicatos e ao Dia da Consciência Negra, além de menções a "comunistas".  Edson Gomes sempre teve posicionamento a favor da liberdade política dos mais pobres, como dependência de "bolsas" do governo esquerdista sob forma de atrela-los ao voto. Daí a "lacração" de Daniela Mercury,  com acusação infundada, em represália ao seu posicionamento. Uma ação premeditada na intenção de cancela-lo no meio artístico. Esse é o "modus operandi" da esquerda, acusar aleatoriamente e, com a lei da misoginia, poderá o acusado ser condenado e preso somente com a acusação da mulher.  Mas o "feitiço virou contra a feiticeira", pois, quem está sendo "cancelada" é ela. (Texto do Blog). Embora suas letras tratem de temas sociais, o artista afirma que sua música não está atrelada à ...

Flávio Bolsonaro afirma: Eduardo é um grande herói do Brasil

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Em entrevista ao Pânico, Flávio Bolsonaro foi direto ao falar sobre o irmão: Eduardo Bolsonaro é um grande herói do Brasil. Eduardo está fora do país não por escolha, mas por ser mais uma vítima de perseguição política. Mesmo tendo uma eleição praticamente garantida para o Senado, ele foi obrigado a se afastar, ficando longe da própria família. Um preço alto, que poucos estariam dispostos a pagar. E ainda assim, segue trabalhando incansavelmente. Lá fora, tem exposto ao mundo o que chama de regime autoritário no Brasil, denunciando abusos e lutando pela liberdade. Para Flávio, não há dúvida: Eduardo será reconhecido como um dos grandes nomes dessa luta pela liberdade do país. Texto extraído da internet.