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Pablo Escobar no Jalapão - O Laboratório do Cartel de Medellín no Tocantins

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Em 1988, o traficante colombiano Pablo Escobar, chefe do Cartel de Medellín, instalou um laboratório clandestino de refino de cocaína na região do Jalapão, então norte de Goiás, hoje Tocantins. A operação foi entregue ao colombiano Jesus Galindo Perez, o "Cristo". A pasta base chegava da Colômbia por aviões que pousavam em pista própria na fazenda, enquanto insumos químicos eram enviados de São Paulo por via terrestre, e especialistas colombianos atuavam clandestinamente no local. A Polícia Federal descobriu o esquema após infiltrar um agente na organização. Partindo de Brasília, os policiais permaneceram escondidos na mata do Jalapão por 40 dias monitorando o laboratório. Em outubro de 1988, realizaram a invasão e prenderam dez suspeitos, incluindo o "Cristo" e duas mulheres. Dois meses depois, o juiz Bernardino Luz absolveu sete deles, que alegaram ser simples trabalhadores rurais. Em 1989, apenas três foram condenados a três anos de prisão. A fazenda de 150 hecta...

Petistas do UOL se desesperam com racha interno no STF.

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Nem os próprios aliados da imprensa conseguem mais esconder: o STF está rachado de uma maneira intensa. Comentaristas petistas do UOL se mostraram bastante preocupados com essa situação. O jurista esquerdista Wálter Maierovitch foi direto ao afirmar que o conflito é geral dentro da Corte. De um lado, Fachin e Cármen Lúcia tentando impor um Código de Ética que pode não resolver nada; do outro, Moraes, Dino e Toffoli e outros batendo de frente e gerando um confronto interno cada vez mais escancarado. Já o comentarista petista Josias de Souza disse que ministros envolvidos no escândalo do Banco Master, como Moraes e Toffoli, estão jogando a imagem de todo o Supremo na lama. E foi além: ou o STF resolve isso agora, ou afunda de vez junto com os próprios escândalos. Texto extraído da internet

Lula desperdiça R$ 260 milhões com demora na compra de vacina

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Ao menos oito milhões de doses da Coronavac perderam a validade. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que a demora do Ministério da Saúde na contratação de vacinas contra a Covid-19 contribuiu para o desperdício de pelo menos R$ 260 milhões em doses da Coronavac. Comprados em 2023, no governo Lula (PT), após um processo que levou mais de sete meses, os imunizantes chegaram com validade curta. Além disso, o momento era de baixa utilização no SUS. Do total de 10 milhões de doses adquiridas, cerca de 8 milhões nem chegaram a ser distribuídas e acabaram descartadas após o vencimento. O relatório técnico do TCU atribui a principal responsabilidade à lentidão na formalização do contrato, embora ressalte que o cenário exigia cautela, já que havia risco de formação de estoques elevados e sem possibilidade de troca. O ministério afirma que herdou problemas na gestão de estoques e que seguiu as diretrizes da Organização Mundial da Saúde, além de destacar incertezas sobre a d...

Desconfiar, mas não desistir

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Mas... Como diz um verso do Ivan Lins, "Desesperar, jamais!". "Quem desconfia fica sábio", diz um aforismo do Guimarães Rosa. Foi o  que lembrei ao ver a alegria de alguns com a reprovação, pelo Senado, de  Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O fato é  realmente promissor, mas ninguém sabe o que houve nos bastidores. Quem, por ofício ou simples perspicácia que a vida apurou, costuma fazer  análise do "discurso" das pessoas e observou a fala de Messias depois do  resultado (fala sem ressentimentos, sejamos justos, mas muito rasa) não  conseguiu imaginá-lo a envergar a toga. Não entro no mérito de quantos,  hoje no STF, têm o que se espera de alguém que vai exercer o mais alto  cargo da Justiça. Desde 1894, um indicado para o Supremo não era barrado. E a reprovação  de Messias, além de afastar alguém que não tem os atributos mínimos para o cargo, pode ser o início de uma reação do Senado, até aqui encolhido ...

Lula se irrita com articulações contra Messias: “Filhos da p***”

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Petista está sendo aconselhado a esperar "a poeira baixar". Nos bastidores, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstrou irritação com a articulação que barrou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), atribuindo a responsabilidade não apenas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mas também a outros atores. A ministros do Judiciário, o petista chegou a chamar de “filhos da p***” quem participou da articulação contra o seu indicado. As informações são do Metrópoles. O episódio desgastou o ministro da Justiça, Wellington César, criticado por sua atuação discreta na defesa de Messias. Há possibilidade, inclusive, de que ele deixe o cargo, sendo substituído pelo próprio Messias, o que marcaria mais uma mudança na pasta – que já foi comandada por Flávio Dino e Ricardo Lewandowski. A instabilidade no ministério ocorre em meio à pressão por resultados na área de segurança pública, tema central nas próximas eleições. As sucessivas trocas têm di...

Chega de frouxidão: O Brasil pede respostas duras contra o crime

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O brasileiro que paga impostos se vê abandonado diante da criminalidade crescente. Precisamos urgentemente discutir alguns temas no Brasil. A sociedade simplesmente não suporta mais a criminalidade. Faz muito tempo que tento mostrar que só o endurecimento das penas para criminosos pode frear os altos índices de criminalidade que assolam o país. Homens matando mulheres. Pedófilos agindo livremente nas ruas e dentro das casas e escolas. Menores de idade matando, roubando e estuprando impunemente. A promessa da prisão perpétua que fizeram para a PEC 18, chamada PEC da segurança pública, não se cumpriu. A redução da maioridade penal também prometida e até inserida na mesma PEC, foi retirada por pressões vindas da esquerda e do governo federal. Adultos e adolescentes se unem para estuprar crianças, e as punições, se vierem a ser aplicadas, serão pífias. Quando falo na pena de morte dentro da Câmara dos Deputados praticamente não encontro respaldo nem dos mais radicais, porque temem prejuízo...

Segurança presente: de escala fantasma a fraudes no cumprimento de metas, os primeiros resultados das auditorias

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Segurança Presente: primeiras auditorias apontam uma série de irregularidades nos contratos, escalas fantasmas e fraudes. Os primeiros resultados das auditorias determinadas pelo governador em exercício, Ricardo Couto, revelam uma série de irregularidades no Segurança Presente e nos contratos assinados para o seu funcionamento. Com base nos apontamentos iniciais, o desembargador decidiu transferir o programa, que estava sob o guarda-chuva da Secretaria estadual de Governo, para a responsabilidade da Polícia Militar. Os dados revelam que, para cumprir as metas do número de veículos fiscalizados, alguns agentes copiavam placas de carros escolhidos aleatoriamente em estacionamento de shoppings e supermercados. Também foram identificadas fraudes no preenchimento dos dados de suspeitos abordados e revistados. Os mesmos CPFs, por exemplo, apareciam nos três turnos de trabalho. Houve o registro de uma única pessoa com o mesmo CPF consultado mais de 200 vezes — e ela não tinha qualquer anotaçã...