QUANDO DATAS SE ALINHAM DESSE JEITO, A HISTÓRIA NAO REPETE ELA CONVOCA
Eles não marcharam porque eles tinham certeza da vitória eles marcharam porque eles sabiam que o silencia já era uma derrota. A história não fala só por discurso; as vezes ela fala pelo calendário. Em 1963, Martin Luther King não levou um povo ás ruas porque ele tinha garantias.
Ele levou porque ele tinha consciência. A marcha sobre Washington não nasceu da certeza de leis aprovadas. Nasceu da certeza que a injustiça não poderia continuar sendo normalizada. E olha o detalhe que quase ninguém lembra: Aquela multidão não marchava armada de ódio, nem com foices, enxadas ou facões, paus ou porretes, marchava armada apenas com dignidade.
Mais de 60 anos depois, na terceira segunda-feira de janeiro, o dia dedicado a "Martin Luther King", uma caminhada começa no Brasil. Dia 19 de Janeiro de 2026, Coincidência? Ou a história está lembrando que ainda existem páginas em branco? Em outro país, com outra forma, mas com mesma essência.
Quando Nikolas Ferreira decide caminhar de Minas Gerais à Brasília, ele não promete vitória, ele não vende um milagre político, ele deixa isso muito claro. E talvez seja exatamente por isso que o gesto seja tão simbólico, porque ele faz algo que sempre assustou os sistemas acomodados. Ele cria um símbolo que anda; Símbolos incomodam porque acordam. Símbolos lembram o povo de algo que tentaram apagar a consciência.
Mudanças reais não nascem da violência, nascem da coerência entre o discurso e o comportamento. Martin Luther King ele venceu porque mostrou ao mundo que era possível enfrentar um sistema injusto sem se tornar aquilo que se combatia. E isso desmonta qualquer narrativa opressora. Então, como devemos nos comportar se queremos uma mudança de verdade? Essa pergunta separa a plateia de protagonistas.
A pauta da caminhada diz: mesmo que nada dê certo, ainda assim vale a pena fazer o que é certo, porque o certo nunca falha, apenas cobra tempo. A mudança do nosso país começa quando o povo decide parar de assistir a história e volta a andar dentro dela, porque quem anda deixa a marca; foi assim em 1963 e quando datas se alinham dessa forma, a história não está se repetindo, ela está convocando e toda vez que um povo escolhe a dignidade, a história volta a andar.
Essa caminhada diz que a liberdade não se implora, se luta, se sustenta de pé. Com ordem, com presença, com coragem moral porque sem moral toda causa é injusta e apodrece a pauta da caminhada não fala apenas de prisões ou processos ou nomes ela fala de algo mais profundo o Nikolas fala do cansaço moral de uma nação que se acostumou a ver algo errado vencer pelos desgastes daquilo que é certo e esse cansaço cobra um preço invisível esse é o ponto invisível em que conecta Washington em 1963 ao ACORDA BRASIL, duas épocas, o mesmo dilema:
Liberdade não é um detalhe da história. É a própria história.
A liberdade não acaba de uma vez. Ela vai sendo retirada aos poucos: primeiro da palavra, depois da escolha, em seguida do trabalho, até que um dia o povo acorda e percebe que vive, mas não decide mais.
O que assusta não é apenas olhar para países como Venezuela, Nicarágua, Coreia do Norte e Cuba. O que assusta é perceber que os mesmos discursos, as mesmas promessas fáceis e os mesmos métodos de controle começam a se repetir.
Sempre começa com a ideia de que o Estado sabe mais que o cidadão.
Depois vem o ataque à iniciativa privada.
Em seguida, a demonização de quem produz, trabalha, emprega e pensa diferente.
E quando se percebe… a liberdade já virou privilégio de poucos.
Meu maior medo não é por mim.
É pelos meus netos. Tenho medo que cresçam em um país onde empreender seja crime,
onde trabalhar muito seja visto como culpa, onde depender do governo seja a única opção,
e onde a escassez seja chamada de “justiça social”.
Liberdade é poder escolher.
É poder trabalhar.
É poder prosperar.
É poder discordar sem medo.
É poder sonhar sem pedir permissão.
Uma nação sem liberdade não constrói futuro — apenas administra a pobreza.
E quando a liberdade morre, morre junto a esperança, a dignidade e o amanhã.
O Brasil precisa decidir agora: ou defende a liberdade enquanto ainda é tempo, ou ensinará seus filhos e netos a sobreviver onde antes era possível viver.
Liberdade não é ideologia.
Liberdade é herança.
E nenhuma geração tem o direito de roubá-la da próxima. E nessa geração está acontecendo o maior assalto de todos os tempos, depois é claro do: Mensalão, Petrolão, Fundo Pensão, INSS e BANCO MASTER, que a nossa liberdade de expressar e de escolher livremente e independentemente sem impedimento qualquer nem por fontes de indevidas de urnas não auditáveis.
Afinal, Foi-se o Martelo e Ficaram os Picaretas.
O texto conecta a Marcha sobre Washington de 1963, liderada por Martin Luther King, à caminhada "Acorda Brasil" de Nikolas Ferreira em 2026, destacando que ambas nasceram da convicção de que a injustiça não pode ser normalizada, e não da certeza de vitória, mas da consciência e dignidade, inspirando a luta pela liberdade e contra o cansaço moral de uma nação, mostrando que a história se move pela ação de pessoas que se recusam a assistir passivamente, mesmo sem garantias, contra sistemas que gradualmente retiram a liberdade.
Texto extraído da internet

Comentários
Postar um comentário