O único projeto de país do governo é aumentar o que puder.
O único projeto de país do governo é simples e cruel. Aumentar imposto, aumentar despesa e empurrar a conta para quem já está sufocado. Enquanto Haddad ensaia saída do Ministério da Fazenda, os dados de janeiro escancaram a tragédia que tentaram esconder. Selic em 15%, inflação em 4,26% e o Brasil pagando o preço da irresponsabilidade fiscal.
O pobre não vive de discurso, vive de boleto. Quem está no cheque especial, quem não consegue trocar de carro, quem desistiu da casa própria, paga juros absurdos para sustentar um Estado inchado e ineficiente. Em 2019, com inflação parecida, a Selic era 4,5%. Hoje, precisa ser três vezes maior para segurar a bagunça fiscal.
E mesmo assim, o governo teve a cara de pau de anunciar “meta cumprida” com um déficit de R$ 61,7 bilhões. Só fechou a conta porque tirou quase R$ 50 bilhões do cálculo. Dívida acima de R$ 10 trilhões, famílias endividadas, empresas quebrando e o governo comemorando. Esse é o Brasil do PT. Quem paga essa conta sabe exatamente quem são os responsáveis.
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