*Lula sempre um canalha!*
Há líderes iguais a Lula, que se revelam menos por seus discursos preparados e mais pelas frases espontâneas que deixam pelo caminho.
Palavras têm peso. Elas revelam visão de mundo, prioridades e, muitas vezes, o respeito, ou a falta dele, por aqueles que afirmam representar.
Quando Lula reduz o pobre a estereótipos, trata a miséria como instrumento de narrativa ou recorre a promessas simbólicas para conquistar aplausos, cabe ao cidadão refletir; isso é compromisso com a dignidade ou apenas estratégia eleitoral?
Uma democracia madura exige memória. Não basta ouvir o discurso do momento; é preciso confrontá-lo com declarações, atitudes e resultados ao longo do tempo. A política não pode ser sustentada por idolatria, mas por senso crítico.
Nenhum governante como Lula, deve ser colocado acima do escrutínio. O voto não é um ato de fé, é um ato de responsabilidade.
Quem abre mão de questionar o poder corre o risco de se tornar apenas espectador da própria decepção.
Romildo Leite, Palmas/TO


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