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Por favor, olhe para mim!

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   Reem Alsalem, relatora especial da ONU.  "Diante de uma sobrevivente do 7 de outubro, a retórica dos direitos  humanos encontra o limite da falência institucional" Genebra, início da semana. O microfone da 62ª sessão do Conselho de  Direitos Humanos é aberto para Ilana Gritzewsky. A jovem nascida no  México encara Reem Alsalem, relatora especial da ONU sobre violência  contra mulheres e meninas, no conflito deflagrado em Gaza após o  massacre perpetrado pela facção terrorista Hamas contra civis  israelenses em 7 de outubro de 2023. "Relatora especial", começa  Ilana, "seu relatório trata de violência contra a mulher. Por que não  há menção ao Hamas? " A relatora se remexe na cadeira, desconfortável. Apoia o queixo nas  mãos, entrelaça os dedos crispados. Ilana prossegue. "Em 7 de outubro,  terroristas invadiram nosso kibutz matando, sequestrando e queimando.  Eles me tocaram e abusaram sexualmente de mim. Eu fui es...

Jogos de bet, a epidemia que tem destruído a vida do brasileiro

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Por Renato Vargens  Não podemos permitir que o Brasil se torne um cassino! Por trás da promessa de diversão e lucro fácil, escondem-se graves vícios e malefícios. O brasileiro encontra-se endividado. Na verdade, o número de pessoas vivendo na mais absoluta bancarrota é assustador! Assim, nessa perspectiva, muitos têm procurado por meio de apostas resolver os problemas que lhes assolam. Por isso, lamentavelmente, os jogos de apostas online — os chamados “jogos das bets” — cresceram explosivamente nos últimos anos. Para a nossa tristeza, com a promessa de ganhar dinheiro fácil, milhões de brasileiros têm sido iludidos por essa mentira diabólica. A coisa é tão desesperadora que, de acordo com uma pesquisa feita pelo PoderData, cerca de 41% dos evangélicos dizem já ter jogado em alguma bet. No caso de católicos, são 34%. Há um ano, os percentuais eram de 29% e 22%, respectivamente. Entretanto, o que a maioria da população não sabe é que por trás da promessa de diversão e lucro fácil, e...

PT e PCC juntos mais uma vez nas manchetes policiais.

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Mais uma operação policial, mais um político do PT sob os refletores da  investigação e mais um esquema de lavagem de dinheiro que usa o  transporte público como lavanderia do crime organizado. A Operação  Última Parada, deflagrada em São Paulo, não pode ser lida como um ponto  fora da curva. Ela é o sintoma de um padrão incômodo que se arrasta há  décadas e que parte da esquerda brasileira prefere tratar com uma  deliberada miopia. A prisão do vereador Senival Moura (PT), acusado de integrar o esquema  da facção dentro da empresa de ônibus TransUnião, mostra a movimentação  de cifras astronômicas: quase 200 milhões de reais bloqueados em bens,  veículos e imóveis. O transporte coletivo, que deveria encurtar as  distâncias para o trabalhador na periferia, surge mais uma vez como a  artéria por onde circula o dinheiro sujo da maior organização criminosa  do país. E dessa vez, segundo a imprensa, envolve até a má fia italiana....

Salário mínimo

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  Bom, eu vi um levantamento do IBGE mostrando que o salário médio do brasileiro é muito baixo, muito baixo. O estranho é o desequilíbrio. O governo fala tanto em diferenças sociais, justiça social e equiparação, mas Brasília tem o maior salário médio do país. Segundo o IBGE, são R$ 6.845. A média brasileira mensal é de R$ 3.932. Quer dizer, Brasília, foco do Estado brasileiro e sede dos três Poderes da União, tem um salário médio de R$ 6.845. Quinze estados têm média salarial inferior à metade da registrada em Brasília. Por outro lado, vejo dois brasileiros que são CEOs, ou seja, chefes de duas das maiores cervejarias do mundo: Rafael Oliveira, da Heineken, e Michel Doukeris, da AB InBev. Para assumir o cargo na Heineken, Rafael Oliveira recebeu uma remuneração muito superior à da mulher de Moraes. São praticamente as duas maiores cervejarias do mundo. Eles ganham muito dinheiro, mas não estão aqui no Brasil.  São brasileiros que vão para o exterior para fazer a vida, porque ...

Amor à China

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  Gente, falando nisso, que união improvável e surpreendente: a CUT se uniu à Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.  As duas entidades fizeram pressão, mas não adiantou.  O governo renovou, por mais seis meses, os benefícios concedidos à chinesa BYD.  Esses benefícios equivalem a 2 bilhões e 400 milhões de reais para trazer ao Brasil carros elétricos não montados. A montagem é feita na Bahia, mas os veículos chegam semimontados ou totalmente desmontados.  O governo brasileiro gosta muito da China. Alexandre Garcia

Execuções sumárias

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O terremoto e o chavismo: as tragédias da Venezuela e seus números de  mortos. O terremoto na Venezuela já deixou cerca de 200 mortos e mais de 1.500  feridos. Um estrago muito grande. Isso mostra que os prédios não foram  construídos para resistir a terremotos. Embora se saiba que há  terremotos no Caribe, como aquele que ocorreu no Haiti, quando a nossa  tropa brasileira de paz da ONU estava lá. Agora, são lamentáveis essas mortes, mas ninguém se dá conta de que o  regime bolivariano de Chávez e de Maduro matou, s egundo relatório da  Organização dos Estados Americanos, no mínimo 18 mil p essoas perseguidas  politicamente, executadas sumariamente, sem passar pela Justiça.  O  relatório da OEA afirma que essas pessoas foram mortas  extrajudicialmente. Aliás, os números mostram que Maduro matou mais do  que Chávez. Alexandre Garcia

Flávio Bolsonaro mostra grandeza

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  Michelle Bolsonaro fez fortes declarações acusando o senador Flávio Bolsonaro de humilhá-la. A resposta de Flávio mostrou que o senador está pronto para assumir o país. No meio de um longo texto no X, Flávio soltou uma frase que desmonstrou extrema grandeza: "Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momento, mais uma vez, peço desculpas. Tenho por ela respeito e reconhecimento pelo trabalho no PL Mulher, pelo cuidado com meu pai e por tudo o que representa para o Brasil." Leia a declaração de Flávio Bolsonaro na íntegra: Sou casado há 16 anos, pai de duas filhas maravilhosas e nunca desrespeitei, maltratei ou humilhei uma mulher na minha vida. Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai. Tenho 45 anos de idade, 24 anos de vida pública e sou reconhecido pelo meu equilíbrio, educação e respeito com todos, até com meus adversários políticos. Em nenhum momento ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se o fiz em algum momen...