Lula arrega para Trump e mostra ser marionete de Joesley Batista

Por Paula Sousa

O Brasil assistiu, em choque e silêncio constrangedor, ao que a história registrará como o maior vexame diplomático de todos os tempos. O que era para ser uma visita de Estado transformou-se na "Operação Salva-Joesley". Esqueça a retórica de soberania ou o "pai dos pobres"; a verdade nua e crua, revelada pela Reuters e pela mídia mundial, é que o presidente do Brasil atravessou o Atlântico como um "carrapato insistente" para servir de escudo humano a bilionários investigados. 

O dono da coleira: O voo da corrupção 

Enquanto o Palácio do Planalto tentava vender a imagem de um encontro entre iguais, a Reuters jogava um balde de água gelada: o jato da J&F Holding, de Joesley Batista, saiu do Colorado direto para Washington. Os irmãos Batista não estavam lá a passeio; eles eram os verdadeiros diretores do espetáculo. Segundo o colunista Lauro Jardim (O Globo), Joesley estava em Washington especificamente por causa do encontro Lula-Trump. 

A humilhação começou antes do aperto de mão. A Casa Branca só confirmou a audiência na noite de terça-feira, no que a diplomacia chama de desprestígio institucional. Lula foi mantido no vácuo até o último minuto, enquanto seus donos, os Batista, operavam nos bastidores. O "pai dos pobres" virou o "garoto de recados" da JBS, empresa que, segundo a Época, mantinha contas na Suíça com 300 milhões em propina do PT. 

A porta dos fundos e o "cachorro amestrado" 

A recepção de Donald Trump foi marcada por um climão vergonhoso. Lula chegou à Casa Branca às 11:21 e foi recebido pela Porta Sul. Como bem notado pela imprensa internacional, essa é a porta dos fundos, onde se tira o lixo e se recebe o delivery. Nada de tapete vermelho na Ala Oeste. Foi a portinha dos rejeitados, a mesma dada a líderes de menor expressão. 

O vídeo do encontro é de dar vergonha alheia: Lula, como um bêbado de rodoviária, tentou tocar o braço de Trump, que se esquivou como quem evita ter a carteira roubada. E para coroar a vergonha, Lula deu o primeiro passo em solo americano com o pé uma esquerdo. Literalmente e figurativamente, a desgraça estava selada. 

A humilhação não parou por aí. Em um gesto de desprezo absoluto pelas instituições brasileiras, Trump simplesmente expulsou o Diretor-Geral da PF, Andrei Rodrigues, da sala. O chefe da polícia brasileira foi mandado esperar no corredor como um estagiário sem convite. E o que fez o nosso "Presidente"? Abanou o rabo e aceitou a ordem do homem de verdade na sala, o laranjão. 

O medo da verdade: A fuga de um covarde 

Se o encontro foi a "vitória" que Lula contou na embaixada, por que ele proibiu a imprensa? A delegação brasileira pediu para fechar as portas e cancelou a coletiva. O motivo? O pânico de perguntas reais. Segundo o Daily Wire, os jornalistas americanos estavam prontos para massacrar Lula sobre a perseguição política contra Jair Bolsonaro, as condenações arbitrárias do STF e as falas passadas onde Lula chamou Trump de "fascista" e "nazista". 

Lula "amarelou". Fora do aquário controlado da GloboNews, da Daniela Lima ou do ICL (Instituto Chupa o Lula), ele entra em modo de defesa e foge. O correspondente David Alandete e o canal France 24 mataram a charada: Lula foi lá tentar salvar sua imagem derretida no Brasil, onde a água já bate no pescoço. 

O teatro na embaixada: Mentiras para a militância 

Após sair escondido "pela porta dos fundos", sem foto oficial e sem comunicado conjunto (apenas um post seco de Trump mencionando tarifas — um sinal de guerra comercial), Lula correu para o ambiente seguro da embaixada brasileira. Lá, longe do "xerife de Washington", ele inflou o peito. 

Disse que "peitou" Trump sobre terras raras, sobre o Pix e até sobre Cuba. Mentira descarada. Alguém acredita que o sujeito que não teve coragem de defender seu próprio chefe da PF na sala oval daria bronca em Trump a portas fechadas? O que ocorreu foi uma rendição. Como o New York Times descreveu, foi uma "trégua frágil" de um líder politicamente enfraquecido. 

JBS: O câncer que financia o sistema 

Para refrescar a memória do brasileiro: a JBS não é uma potência por mérito. É uma empresa que, segundo o Estado de Minas, "sugou o BNDES" para se expandir. É a empresa que, de acordo com o El País, pagou a maior multa da história por corrupção. A Secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins, foi cirúrgica: a JBS tem um histórico documentado de corrupção, cartéis e, pasmem, trabalho escravo. 

A investigação americana (Seção 301) está fechando o cerco. Trump ofereceu recompensas de até 30% da multa para quem denunciar as práticas ilícitas dos frigoríficos brasileiros (JBS e Marfrig). O desespero de Joesley é financeiro. Ele sabe que se o Departamento de Justiça americano apertar, o castelo de cartas cai. 

A especulação que corre nos bastidores de Washington é que a JBS é a grande financiadora da perseguição contra a direita no Brasil. O dinheiro que banca o luxo de delegados em Miami e a estrutura que tenta asfixiar Bolsonaro viria do império da carne. Trump, percebendo isso, resolveu atacar a fonte. Sem o dinheiro de Joesley, o "esquema PT-STF" perde o oxigênio. 

Conclusão: Onde está a "sanguinidade de Lampião"? 

O resumo da ópera é devastador. O Brasil tem um presidente que é uma marionete de bilionários corruptos. Lula foi aos EUA não como chefe de Estado, mas como um capacho dos irmãos Batista. Voltou humilhado e com o bolso cheio de tarifas punitivas, o álibi perfeito para o discurso populista de 2026: culpar o 'imperialismo' de Trump pelo desastre econômico que a subserviência de Lula aos bilionários provocou. 

Enquanto a mídia nacional "comprada" tenta dourar a pílula, a mídia mundial — Reuters, CNN Ekonomi, El País, Guia do Investidor, Diário do Poder — mostra a realidade: Lula é um personagem imprevisível (o "dinâmico" de Trump é código para instável) que vende a soberania nacional (Pix e minerais) para ganhar um afago de quem ele chamava de nazista há meses.

O covarde tentou posar de gigante, mas a história não perdoa quem rasteja na sombra da própria farsa. O Brasil foi rifado no balcão de negócios da Casa Branca em troca de um post vazio no Instagram, sem foto oficial e sem honra. Acorde, militante petista: o 'pai dos pobres' é, na verdade, o funcionário do mês do cartel da carne e o capacho de luxo dos bilionários da propina. 

Enquanto você defende o indefensável, Lula blinda seus senhores, entrega nossa soberania mineral de joelhos e estende o tapete para facções criminosas. É estarrecedor e abjeto que, na era da informação livre, você ainda escolha ser massa de manobra de um projeto de poder que fede a traição. 

A "sanguinidade de Lampião" das palestras morreu em Washington; o que sobrou foi um pseudo-líder acuado entregando as joias da coroa para salvar a pele de seus donos. Não é apenas cegueira ideológica; é um atestado de submissão vergonhoso

 (Paula Sousa é historiadora, professora e articulista; 8/5/2026)

INTERNET, 08/05/2026

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