O INÍCIO DA ERA DO AR-15 E A ESCALADA DO PODER BÉLICO NO RIO

Em 1989, o Rio de Janeiro testemunhou um momento histórico: a apreensão do primeiro AR-15 na comunidade do Acari. O impacto foi tão grande que a Polícia Militar e o então governador Moreira Franco convocaram a imprensa ao Palácio Guanabara apenas para exibir a arma.

Com o avanço da tecnologia, o cenário se agravou: hoje, traficantes utilizam drones para lançar explosivos contra as forças de segurança, elevando o nível de ameaça a patamares nunca vistos.

Aquele episódio de 1989 não foi apenas uma apreensão — foi o marco que inaugurou uma nova era de violência e poder de fogo nas ruas do Rio.

Texto extraído da internet.

O Estado sempre a um passo atrás das facções criminosas. 

E então, as armas de guerra continuaram entrando para as facções do Rio de Janeiro e foi quando as polícias também começaram a se equipar com esse tipo de armamento. Hoje, já possuem armas antiaéreas, drones de guerra, lançadores de morteiros, granadas e quem sabe algo mais letal. 

O Estado só faz apreensões cada vez maiores, mas o arsenal das facções é inúmeras vezes maior do os das forças de segurança. 

Não se reprimiu a entrada desse arsenal, limitando-se somente às apreensões. 


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