PCC, Deolane, vereador do PT, empresa de ônibus e até máfia italiana.

A reportagem do Estadão mostra como as investigações começam a revelar uma engrenagem muito maior do que parecia: dinheiro circulando por empresas, operadores financeiros, conexões políticas e estruturas usadas para suspeita de lavagem.

Segundo as apurações, o caso que envolve a empresa de ônibus Transunião e a prisão do vereador Senival Moura, do PT, teria conexão com Everton de Souza, apontado como operador financeiro ligado à família de Marcola e também citado na investigação que levou Deolane Bezerra a virar ré por suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC.

É o retrato de um Brasil em que o crime organizado deixou de operar apenas no morro, na boca de fumo ou no presídio.

Texto extraído da internet. 

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