Tesouraço na campanha

Exatamente quatro anos após a polêmica reunião que resultou na inelegibilidade de Jair Bolsonaro, na qual falou para embaixadores de vários países para atacar as urnas eletrônicas, um Bolsonaro agora se reuniu com o grupo em cenário bastante distinto. 

O pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) palestrou ontem para mais de 50 diplomatas - entre eles mais de 40 embaixadores - de 44 países. No encontro promovido pela Novo Selo Comunicação & The Brazilian Report, no Hotel Brasília Palace, Flávio lançou o mote "Tesouraço" que deve levar à campanha eleitoral para tirar a pecha imposta pelos petistas de que ele tem a ver com o "tarifaço" de Donald Trump a produtos brasileiros. "O Brasil é tarifado por EUA, China, União Europeia por causa da incompetência do atual Governo", acusou, ressaltando que, a seu ver, o País sofre sanções por causa da ideologia de esquerda do presidente Lula da Silva (PT), seu principal concorrente na iminente eleição. 

Disse que, se vencer, vai aplicar o Tesouraço: "Vamos reduzir drasticamente a quantidade de ministérios. Um 'tesouraço', revogando portarias e normas administrativas que dificultam a vida no Brasil hoje. E aumentar a receita sem aumentar impostos, com gestão moderna, auxílio de IA, e criar mecanismos que impeçam gastos em excesso e corrupção".

Por Leandro Mazzini Com Equipe DF, RJ e SP

Será que eles vão usar o mesmo argumento que usaram com o pai para inelegibilidade?

Comentários

  1. Será que eles vão usar o mesmo argumento que usaram com o pai para inelegibilidade?

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