Se é PT, tem sujeira!
As menções a nepotismo e irregularidades envolvendo familiares na trajetória de Benedita da Silva concentram-se, historicamente, em dois episódios principais:
1. Acusações de Nepotismo no Início da Carreira (Anos 1980/1990).
Durante seus mandatos iniciais como vereadora e deputada, adversários políticos acusaram Benedita de favorecer familiares (como filhos e uma enteada) em cargos de gabinete. Essas denúncias ganharam bastante repercussão na época e influenciaram disputas eleitorais municipais no Rio de Janeiro.
2. Ação de Improbidade e "Trabalho Fantasma" na UERJ (2014).
O caso mais recente e de maior repercussão jurídica não foi enquadrado diretamente como nepotismo clássico, mas sim como tráfico de influência e improbidade administrativa:
O Caso: Em 2014, o Ministério Público do Rio de Janeiro moveu uma ação civil pública na qual os dois filhos da deputada (Pedro Paulo Souza e Silva e Nilcea Aldano Pereira da Silva) viraram réus.
A Acusação: O MP apontou que os filhos de Benedita receberam salários sem trabalhar na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) entre 2010 e 2011. A promotoria alegou que Benedita teria utilizado tráfico de influência com a reitoria da instituição para facilitar as contratações irregulares.
Apesar dessas e de outras investigações administrativas ao longo de seus mais de 40 anos de vida pública, Benedita da Silva costuma ser lembrada por seus apoiadores e analistas como a única ex-governadora viva do Estado do Rio de Janeiro que nunca foi presa.
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Apesar das irregularidades praticadas Benedita da Silva lidera pesquisas de intenções de voto. Será que o eleitor tem memória curta ou não se interessa pelo passado político do candidato? Vale a pena relembrar.

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