Professor petista humilha aluno em fala sobre política em aula.

Fato ocorreu em escola pública na cidade de Penha, em Santa Catarina.

Um professor de uma escola estadual de Penha, em Santa Catarina, é acusado de humilhar um aluno de 15 anos durante uma discussão em sala de aula. A mãe do adolescente registrou um boletim de ocorrência por ameaça e injúria e disse que procurou o Ministério Público para denunciar o episódio, que teria acontecido na terça-feira (27), dois dias após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo o relato publicado pela mãe nas redes sociais, as ofensas começaram durante uma conversa entre o professor e o estudante. Gravações de áudio atribuídas ao episódio mostram o docente utilizando expressões depreciativas ao se dirigir ao adolescente.

Outro caso de "professor" militante.

Em um dos trechos, o professor chama o jovem de “piazinho de porcaria” e pergunta onde ele trabalha. Quando o estudante responde que atua em um laboratório, o docente pergunta se é de “refino de cocaína”, provocando risos de outros alunos. Em outro ponto, o professor menciona apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e utiliza palavrões e expressões ofensivas para se referir a eles.

– Tem um monte de bolsonarista falando um monte de m****, que é só isso que bolsonarista sabe falar, m**** – diz o professor.

Outro caso de militante petista travestido de "professor".

A mãe afirma ainda que o professor teria feito comentários sobre os familiares do adolescente, chamando-os de “religiosos vagabundos”. Ela contestou a declaração e disse que a família não possui nenhuma igreja. Diante do episódio, a mulher informou ter registrado um boletim de ocorrência por ameaça e injúria. Também afirmou que levou a denúncia ao Ministério Público.

A Secretaria de Estado da Educação (SED) de Santa Catarina, por meio da Coordenadoria Regional de Educação (CRE) de Itajaí, disse que tomou conhecimento do caso e que os fatos serão apurados, com a adoção das medidas administrativas cabíveis. Em nota, a pasta declarou que “não compactua com comportamentos que envolvam ofensas, constrangimentos ou desrespeito aos estudantes no ambiente escolar”.

Confira o relato da mãe do adolescente:

Pleno News

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