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O estupro de uma bebê e a necessidade de punições aos criminosos

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Brincar de Poliana fazendo o jogo do contente diante de um crime tão grave é uma ofensa. Por Renato Vargens  Há pouco, soube de uma notícia que me deixou estarrecido! Na última segunda (13), uma bebê, de apenas 10 meses, morreu após ser vítima de estupro. Ela foi levada a uma unidade de saúde pela mãe, que inicialmente pensou que a criança estivesse engasgada, mas os médicos identificaram sinais de violência sexual. Dois homens — um de 22 e outro de 26 anos — foram presos em flagrante e responderão por estupro de vulnerável seguido de morte. Um deles tinha uma relação casual com a mãe da bebê; o outro era primo dele. Caro leitor, faltam-me palavras diante de tamanho descalabro. Sinceramente, casos como esse precisam ser punidos pelo Estado de forma severa. Eu defendo que o Estado deveria punir crimes hediondos como o sofrido por essa bebê com a prisão perpétua ou mesmo com a pena capital. Aliás, o sexto mandamento “Não matarás”, é um dos mandamentos mais curtos da lei, e talvez sej...

Desembargador fala de contratos fantasmas

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  O desembargador Ricardo Couto, que ocupa o cargo de governo interino do Rio de Janeiro, concedeu uma longa entrevista para a Revista Veja, onde deu mais detalhes de sua gestão e criticou a forma como a gestão de Douglas Ruas na ALERJ presta conta de seus gastos, que segundo ele, não há a transparência devida. A fala de Couto se deu ao ser perguntado do que achava de uma comissão criada por Douglas Ruas na ALERJ para “fiscalizar” gastos do judiciário. A comissão chegou a ser apelidada de “comissão da vinganca”, já que foi criada após Couto exonerar milhares de indicados pelos deputados que eram nomeados no governo do estado. “Essa comissão afronta a autonomia e independência entre os Poderes, preceitos constitucionais. Não cabe ao Legislativo estabelecer os gastos do Judiciário. É interessante que, em nenhum momento, a assembleia tratou do superfaturamento dos contratos celebrados pelas secretarias ocupadas por deputados. Eles preferem questionar os salários de magistrados e servi...

AUDITORIA FLAGRA FUNCIONÁRIOS FANTASMAS EM TODOS OS ÓRGÃOS DO GOVERNO DO RIO; ESQUEMA BANCAVA DE POLÍTICOS A "BLOGUEIRA DIGITAL".

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Uma investigação minuciosa da Controladoria Geral do Estado (CGE) revelou que o esquema de funcionários fantasmas na máquina pública do Rio de Janeiro era generalizado. Pela primeira vez, uma auditoria oficial confirmou que todos os 77 órgãos do funcionalismo estadual mantinham em suas folhas de pagamento comissionados classificados como de “alta criticidade” — jargão técnico para servidores que recebiam salários, mas não trabalhavam. Para fechar o cerco, o governo do estado utilizou um cruzamento de dados implacável: rastreou quem não passava pelas catracas dos prédios públicos, quem nunca fazia login nos computadores oficiais e quem jamais acessou o Sistema Eletrônico de Informações (SEI), plataforma obrigatória para qualquer tramitação de documentos no Estado. O resultado foi uma limpa na máquina pública comandada pelo governador em exercício, o desembargador Ricardo Couto. Desde o fim de março, mais de 4.283 comissionados foram exonerados, gerando uma economia estimada em R$ 230 mi...

Um cadáver insepulto

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"O silêncio diante das suspeitas virou parte do escândalo que corrói a  credibilidade das instituições" Na última quinta-feira, 9 de julho, completaram-se sete meses, sete  longos meses em que o Brasil fala de tudo - carnaval, trivialidades  diversas, futebol, eleição - mas desvia o olhar, e as narinas, de um  cadáver moral que se decompõe à vista de todos na Praça dos Três Poderes  e empesta o ar da República. A primeira informação que veio a público, em 9 de dezembro do ano  passado, já era grave o bastante para levar ao imediato afastamento de  Alexandre de Moraes como ministro do Supremo Tribunal Federal e à sua  inscrição no rol de investigados pelo maior golpe já praticado contra o  sistema financeiro do país. Pelos códigos morais que devem reger a mais  alta corte de justiça em qualquer nação séria, Moraes não deveria voltar  a vestir a toga que já pertenceu a ministros probos, como seu  antecessor, Teory Zavascky, até q...

Janja diz que críticas por gastos com viagens são fruto de misoginia e defende atuação no governo

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Primeira-dama afirmou que despesas de comitivas são atribuídas indevidamente a ela, disse que segue protocolos da Polícia Federal e defendeu projeto que criminaliza a misoginia. A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, afirmou nesta segunda-feira (13) que as críticas relacionadas aos gastos com viagens internacionais são resultado de misoginia. A declaração foi dada durante entrevista ao podcast Frente a Frente, produzido pela Folha de S.Paulo e pelo UOL. Segundo Janja, parte das despesas atribuídas a ela corresponde, na verdade, aos custos das comitivas oficiais. Ela também explicou que utiliza voos em classe executiva por determinação dos protocolos de segurança da Polícia Federal. "Nunca falamos sobre eu gastar demais. Às vezes colocam todos os gastos da comitiva de uma viagem na minha conta. Não posso andar de econômica, tem que ser executiva, é questão de segurança. Por mim eu não andava com segurança, mas a Polícia Federal tem que estar comigo. Tem alguns regramentos que...

Carta de Lula na prisão foi lida na campanha de Haddad em 2018.

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Dezenas de bilhetes foram escritos pelo petista durante prisão em Curitiba. Após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de visitar o pai, Jair Bolsonaro (PL), começaram a circular nas redes sociais registros de cartas escritas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o período em que esteve preso, em 2018. A comparação foi destacada pela campanha de Flávio. Segundo informações divulgadas pelo Partido dos Trabalhadores (PT) em junho de 2019, quando a prisão de Lula completou um ano, o então ex-presidente escreveu dezenas de bilhetes direcionados a aliados, dirigentes do partido, eleitores e pessoas próximas. Entre os destinatários estavam a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, a ex-presidente Dilma Rousseff, o escritor Fernando Morais, o então prefeito de Araraquara, Edinho Silva, e apoiadores que mantinham vigília em frente à sede da Polícia Federal, em Curitiba. Uma das cartas te...

Aliados de Bolsonaro reagem à decisão de Moraes e resgatam episódio envolvendo carta de Lula em 2018

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Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticaram a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu por 90 dias as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao pai. A medida foi tomada após o parlamentar divulgar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente durante o período de prisão domiciliar. Na decisão, Moraes afirmou que Flávio utilizou a visita para obter um documento destinado à divulgação pública, o que, segundo o ministro, configurou descumprimento da medida cautelar que proíbe Jair Bolsonaro de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente. A reação de integrantes da oposição incluiu comparações com a situação vivida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2018, quando estava preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. Na ocasião, uma carta escrita por Lula foi lida publicamente durante um ato político para anunciar apoio à candidatura presidencial de Fernando Haddad (PT). O senador Rogéri...